Rompendo os grilhões da rotina
e mergulhando na incerteza
Poltrona número 31 do ônibus das 19 horas rumo a Brasília. É bem provável que, se eu fosse uns três meses mais maduro, não faria uma loucura dessas.
Tudo começou com um convite para escrever um livro. Poderia ser um livro sobre qualquer assunto, mas essa oportunidade, que até então nunca havia considerado, acabou fomentando um fetiche absurdo de conhecer o estado mais esquecido do Brasil, o Piauí. Realmente não sei explicar que tipo de força me atrai tanto ao Piauí, pois nem para ser referência de lugar longínquo ele serve. Para isso temos outros estados mais qualificados, como Roraima, Acre e Rondônia. Poderíamos lembrar dele por ser o estado mais pobre e miserável do Brasil, mas nem mesmo esse feito ele foi capaz de conseguir e acabou ficando com o vice-campeonato – o Maranhão tem o pior PIB brasileiro. Enfim, quando estivermos bêbados em um bar e recebermos o desafio de lembrar de todos os 27 estados da federação, certamente o Piauí será esquecido. É capaz até de colocarmos alguma Guiana no lugar para fechar a conta.
O tempo entre a idéia e a realização foi bem curto, pois tinha medo que recobrasse a sanidade antes de viajar e desistisse da empreitada. Em pouco mais de três semanas planejei tudo. Poderia ter feito em menos tempo, mas achei melhor passar as festas de fim de ano e o meu aniversário de 24 anos junto da família e dos amigos.
Logo que resolvi conhecer o lugar tão poeticamente definido por Juca Chaves como o “cu-do-mundo” nos versos: “Teresina, Teresina / capital do Piauí / se o mundo tivesse cu / seria aí”, abri o mapa do Brasil. Analisei seu formato, calculei as distâncias e percebi a existência de uma rodovia que o corta do mais profundo interior até o minúsculo litoral. Ela literalmente atravessava o Piauí de cabo a rabo, ou melhor, de rabo a cabo, ou melhor ainda, de rabo a rabo. Seu nome: Transpiauí. Não sei por quê, mas ele me soou convidativo, quase hipnótico. Assim que o li, tive a certeza de que, se fosse para fazer algo idiota em um lugar tão distante, teria que ser enfrentando cada quilômetro daquela desconhecida estrada.
Vi que a melhor forma de chegar até lá seria pela região Centro-Oeste, com uma oportuna parada em Brasília para recobrar as forças e aliviar um pouco as 25 horas que teria que encarar caso fosse direto até Barreiras, a cidade baiana mais próxima da fronteira sul do Piauí.
Sem conseguir parar de pensar no que estaria por vir, reclinei minha poltrona, esperando impacientemente a saída do ônibus. Faltava pouco para o início da minha aventura.
Aventura? O Piauí é tão desvalorizado que a minha jornada já começa com uma grande dúvida, para não dizer complexo de inferioridade. Tenho que usar alternativas para fugir de palavras como “aventura”, pois nenhum dos amigos que ficaram de antemão sabendo de meus planos permitiu que eu me visualizasse como um Jacques Cousteau do século 21. Disseram que poderia escrever qualquer merda, mas usar um contexto aventureiro seria pura falsidade. Um deles até disse que se o fato de “perder tempo e dinheiro fazendo algo inexplicavelmente estúpido” fosse aventura, o Guinness Book, o “Livro dos recordes”, seria uma obra literária tão reconhecida como “Os lusíadas”.
Vejam o Amyr Klink, por exemplo. Se enfiou num lugar absurdamente vazio e desolado como a Antártica e pôde chamar aquilo de aventura. Mesmo que a única aventura de lá seja bater punheta para pingüins 24 horas por dia, evitando que o pênis necrose de tanto frio. Li em uma revista que o Paratii 2 foi equipado até com internet de banda larga. Counter Strike em rede, senhas hackeadas de sites pornô e a oportunidade de ficar sem tomar banho por oito meses. Isso não é aventura! Qualquer moleque de 15 anos encararia essa viagem com o maior prazer! Garanto que se um barco equipado para ir até o Pólo Sul tivesse o preço de uma mobilete, ficar isolado no meio do gelo seria um destino mais desejado pela garotada do que a própria Disney. Já pensou? Um banheiro gigante, com proa e popa, só seu por oito meses!
Como ele pode chamar a sua viagem de aventura e eu não posso? Tremenda injustiça! Mas tudo bem, no fundo também acho que vai ser difícil que eu desenvolva algum tipo de fetiche com calangos e jegues para apimentar meus relatos. E, excluindo qualquer variação dessa perversão doentia, não sobra nada para “se aventurar” em um lugar como o Piauí. Aos olhos de muitos, o Piauí nem pode ser considerado um lugar. Trata-se apenas de uma lacuna a ser preenchida em um mapa do Brasil. Aquele clássico das minhas provas de quinta série, sempre porcamente mimeografadas. Até mesmo a sábia professorinha titubeava na resposta quando algum aluno perguntava se aquela coisaestranha encravada no meio do sertão se rastejando até uma migalha de litoral era erro de impressão ou estava ali só para pôr medo na gente.
Mas encontrar um gênero para esta viagem ainda é fundamental. Não dá para começar um livro sem isso. Pensei na alternativa de usar uma roupagem meio Kerouac, um On the road tupiniquim poderia ficar maneiro. Um jovem rebelde, rumando sem destino pelos rincões perdidos desse país. Trocando primariamente mão-de-obra por comida e hospedagem. Subsistindo um dia de cada vez, sem saber o que o destino reserva para o amanhã. Um verdadeiro manifesto contra essa sociedade que nos aprisiona em uma rotina deprimente, uma lição de vida para todos estes escravos modernos que nunca vão saborear o verdadeiro significado da palavra liberdade...
Já estava até me acostumando com o estilo de redação seco e direto, quase cruel. A barba já estava malfeita, a gola da camisa levantada. Só faltava me esfregar na poeira do chão do ônibus para deixar meu jeans bem encardido. Porra, esse pano de fundo para narrar meus próximos dias seria perfeito! Mas aí lembrei do principal: para ser um verdadeiro escritor da geração beat, eu teria que ser alcoólatra, cheirar muita cocaína e dar a bunda. Aí não rola! Tive que voltar para a estaca zero. O ônibus já estava deixando a rodoviária e eu ainda não tinha decidido o tipo de abordagem que deveria usar.
Sem poder adotar o gênero da aventura ou da contestação ideológica, a única saída seria apelar para alguma justificativa espiritual. Aí fui iluminado e lembrei do grande Paulo Coelho, que conseguiu ficar rico, famoso e ainda de quebra entrar para a Academia Brasileira deLetras. Tudo isso fazendo uma espécie de diário de viagem misturado com alguma merda mística qualquer. Esse é o tipo de coisa que está dando dinheiro e eu poderia fazer sem qualquer crise de consciência! Como não sou o mais espiritualizado dos seres (para falar a verdade, sou mais ateu do que uma nota de 100 reais, ou melhor – para não me acharem mais ignorante que já sou –, sou mais agnóstico que uma nota de 100 reais), não haveria problema algum em mercantilizar uma alma que não tenho.
Tudo bem que o Piauí não é um “point transcendental” como Santiago da Compostela, e também seria impossível buscar algo parecido com Deus em um lugar esquecido até mesmo por Ele, que dizem ser onipresente. Mas acho que com um jeitinho dá para fazer algo legal. No próprio O diário de um mago, Paulo fala de um quarto caminho secreto, ainda mais místico do que os de Santiago, Roma e Jerusalém. Quem sabe o meu improvisado “Caminho da Transpiauí”, uma imensa e sinuosa trilha que divide ao meio o “nada” e o “lugar algum”, seja esta rota de peregrinação mencionada pelo nosso querido mago. E, mesmo que não seja o tal “caminho dos caminhos”, que pelo menos sirva de consolo para milhares de jovens que, como eu, estão desesperados para encontrar uma resposta, ainda que não tenham nenhuma pergunta especial em mente.
Com uma explicação plausível para esta loucura, pude ficar mais tranqüilo e aproveitar a viagem, digo, a peregrinação. Felizmente a poltrona do lado estava vazia. Com minha falta de “habilidades sociais”, principalmente na lida com desconhecidos desinteressantes, seria difícil agüentar alguém tão perto durante 17 horas. Provavelmente a pessoa ficaria curiosa, se perguntando (ou pior, me perguntando) o que tanto eu escrevia no meu caderno.
Parece sacanagem, mas não é. Para anotar meus pensamentos, usei um primitivo caderno escolar e uma desconfortável caneta. E eu odeio escrever à mão. Para falar a verdade, odeio escrever de qualquer jeito. Passei quatro anos estudando economia, me formei e no final do curso fiz as contas: havia gasto apenas a metade de um pacote com 100 folhas de fichário que comprei na véspera de me tornar calouro. E ainda me lembro que fiquei na dúvida entre comprar o pacote com 100 ou 200. Ai, ai... Como eu era um jovem ingênuo...
Ainda pensei em trazer um notebook ou até algum outro dispositivo eletrônico mais simples que facilitasse de alguma maneira o meu trabalho, mas acabei optando pelo caderno mesmo. A ostentação de qualquer coisa mais evoluída tecnologicamente seria um choque muito grande para os pobres nativos do Piauí. Como explicar para eles que uma caixinha preta com umas teclas equivale a no mínimo cinco anos de sua renda? Pensei bastante nisso e fiquei até com um peso na consciência. Resolvi então jogar fora um saco cheio de CDs com “300 horas grátis” da América Online. Estava levando um generoso carregamento para escambo. Se os índios piraram quando viram um espelho, imaginem a reação de um piauiense ao ver um CD! Ainda mais se fosse um que dá 300 horas grátis de alguma coisa! Se eu os trocasse por qualquer bagulho, sairia na vantagem. Percebi, então, que antes mesmo de chegar ao Piauí, já estava crescendo espiritualmente com esta peregrinação. O impulso que o ser humano tem de enrolar o próximo e querer levar vantagem em tudo estava aos poucos abandonan-do a minha mente. Talvez um pouquinho de alma estivesse começando a germinar no interior deste meu “casulo de carne”.
Entre uma anotação e outra, uma pausa para meditar. Somente assim seria capaz de começar a explorar o interior do “meu mais pro-
fundo eu”. Era como se estivesse me esvaziando a cada quilômetro, mas de uma maneira positiva. A contagem até a fronteira sul do Piauí era enorme: 1.850 quilômetros. Jornada longa e cansativa. Para abstrair um pouco, pratiquei alguns dos ensinamentos de RAM, que também li n’ O diário de um mago. Passei a admirar a paisagem em seus detalhes, ignorando a imensidão do horizonte e sem prestar atenção por onde passava. Foram horas de transe, observando as pessoas que dirigiam, e não os carros, como é de costume. Nos poucos segundos que seus veículos emparelhavam com meu ônibus, me indagava sobre o objetivo de cada um, imaginava o que faziam da vida. Em um momento, provavelmente por telepatia, cheguei até mesmo a escutar a conversa que dois enormes seios mantinham entre si dentro de um apertado decote. É impressionante o que somos capazes de fazer quando olhamos fixamente para algo.
Quando dei por mim, o ônibus já tinha subido a serra e estávamos deixando a cidade de Petrópolis. Vi, então, que este era um momento crucial da viagem. Estava atravessando a fronteira do Brasil civilizado e seguindo para o noroeste, penetrando cada vez mais profundamente em território indígena. Daí por diante não tinha mais volta, só poderia contar comigo mesmo.
Comentários (31)
Acabo de finalizar o primeiro capitulo. Pra dizer a verdade, não achei engraçado... achei arrogante.
Eu sei, pode ser chocante, mas existe civilização e coca-cola zero naquela bosta!
Quando eu subo alguma favela carioca, tudo fica tão "piaui".... Na pratica, o cu-do-mundo está por toda parte.
Não sei se de 2004 pra ca muita coisa mudou, mas o fato é que, desde 2000 (data que dei uma banana pra Teresina e saí fora), estas minhas ferias de novembro na "capital do sol e da luz" até que foram divertidas.
Seguirei lendo capitulos amanhã!
Um beijo!
Postado por Dani Jales | dezembro 5, 2007 4:12 AM
Posted on dezembro 5, 2007 04:12
Ah, tive o prazer de comprar o livro no lançamento.. Hoje tenho ele dentro do bide que não é utilizado mais, e ficam revistas e livros.. onde sempre q alguma revista nao tem mais conteudo a oferecer.. e aquele momento solitario possui tempo livre, dou uma lida em trechos aleatorios e sempre me divirto.
Uma pena não haver exemplares novos mais pra comprar, eu queria dar de presente alguns.. para amigos piauienses..
O meu é meu, com dedicatória e tudo e ficará de lembrança eterna do cocadaboa #)
Não lerei novamente.. mas pra quem estar começando.. e ainda nao achou engraçado.. espera ate ver o segredo da mulher.. IUAHiaUHa
abraço a todos
Moth
Postado por Moth | dezembro 5, 2007 3:26 PM
Posted on dezembro 5, 2007 15:26
Encerrei agora o primeiro capítulo e vou além, mas fico na esperança de uma versão com as fotos que, pelo que me lembro, são parte importante do negócio.
Abraços e parabéns pela iniciativa de liberar o conteúdo!
Postado por Danilo | dezembro 5, 2007 4:04 PM
Posted on dezembro 5, 2007 16:04
Não sei porque, mas esse primeiro capítulo me lembrou um capítulo inicial do livro "Henfil na China", pelo desconhecimento do local a ser visitado pelo autor e as idéias que se tinha de lá.
Porém, só lendo os outros capítulos eu vou saber se realmente houve um desconhecimento seu em relação ao local visitado ou se todas as lendas a respeito do Piauí são verdades. hehehe
Abraço!
Postado por Hugo | dezembro 5, 2007 7:36 PM
Posted on dezembro 5, 2007 19:36
O cara so ta pegando no pé do piauí...
miséria ta em toda a parte do pais...
Postado por Guilherme | dezembro 5, 2007 8:51 PM
Posted on dezembro 5, 2007 20:51
Não é possível disponibilizar em pdf?
Postado por julioverme | dezembro 5, 2007 10:30 PM
Posted on dezembro 5, 2007 22:30
Se vc considera o Piauí o cú do mundo, é porque não conhece o Acre. Aquilo é a hemorróida do cú do mundo...
Postado por Mario Ameba | dezembro 6, 2007 10:26 AM
Posted on dezembro 6, 2007 10:26
Li...
Mas sei lá, tem um "q" de vazio.
Postado por Tiago | dezembro 6, 2007 11:24 AM
Posted on dezembro 6, 2007 11:24
VISITE MEU BLOG WWW.REIROM.ZIP.NET
Postado por REIROM | dezembro 6, 2007 9:25 PM
Posted on dezembro 6, 2007 21:25
E lá vou eu por esta estrada...
Postado por Dani | dezembro 7, 2007 6:10 PM
Posted on dezembro 7, 2007 18:10
A PARTE DOS CDS FOI A MELHOR.
Postado por NAVARONI | dezembro 7, 2007 7:32 PM
Posted on dezembro 7, 2007 19:32
vou imprimir, tirar xerox e vender
Postado por Diego | dezembro 11, 2007 2:23 AM
Posted on dezembro 11, 2007 02:23
tem idiota pra tudo nesse mundo(!)
É o humor maais sem graça na face da Terra
Ô meu filho, cê ñ tem o que fazer não?
Eu hein....
Mais idiota ainda é quem lê uma porcaria dessas( só pode ser muuuita falta do que fazer meesmo, pq vcs não vão ler alguma obra de HDobal ou Assis Brasil ou quem sabe OG rÊgo?)
Imbecis,
infelizmente a cada dia que passa eu percebo o quão imbecil e tolo é o povo brasileiro...
Postado por karla | dezembro 15, 2007 11:06 PM
Posted on dezembro 15, 2007 23:06
tem idiota pra tudo nesse mundo(!)
É o humor maais sem graça na face da Terra
Ô meu filho, cê ñ tem o que fazer não?
Eu hein....
Mais idiota ainda é quem lê uma porcaria dessas( só pode ser muuuita falta do que fazer meesmo, pq vcs não vão ler alguma obra de HDobal ou Assis Brasil ou quem sabe OG rÊgo?)
Imbecis,
infelizmente a cada dia que passa eu percebo o quão imbecil e tolo é o povo brasileiro...
Postado por karla | dezembro 15, 2007 11:06 PM
Posted on dezembro 15, 2007 23:06
Hummm... Sem opinião definida até agora. Vou dar uma chance e continuar o segundo...
Postado por M.C.C. | dezembro 17, 2007 10:16 AM
Posted on dezembro 17, 2007 10:16
Somente um cara sem escrupulos e tão frustamente fudido pela vida e pela sua miserável derrota humana p/ pensar em ficar rico falando besteira.
Postado por Jailton | dezembro 17, 2007 12:23 PM
Posted on dezembro 17, 2007 12:23
Dígno de pena...
Um cara desse tinha que se inspirar em Paulo Coelho, ninguém mais.
Postado por Diniz | dezembro 17, 2007 2:04 PM
Posted on dezembro 17, 2007 14:04
Você leu Diário de um mago!? É inacreditável o baixo nível que você alcançou.
Postado por Daniel | dezembro 17, 2007 3:15 PM
Posted on dezembro 17, 2007 15:15
Não dá pra retirar esses comentários, não?
Quem quiser ler que leia, quem não quiser que se foda...
Postado por budadelaos | dezembro 17, 2007 5:44 PM
Posted on dezembro 17, 2007 17:44
Depois de lido o primeiro capítulo, ter achado umas piadas um pouco fora de foco, querendo de qualquer forma fazer do Piauí o cú do mundo, vou continuar. Mas, espero que nenhum outro gringo do Brasil que imagina coisas sobre a "terra desconhecida Piauí" e quer ter alguma noção lendo o livro, não acredite nisto que me deixou completamente pasmo: "A ostentação de qualquer coisa mais evoluída tecnologicamente seria um choque muito grande para os pobres nativos do Piauí."
Postado por André Luiz | dezembro 17, 2007 8:24 PM
Posted on dezembro 17, 2007 20:24
porra esse Diniz nos comentários foi concerteza sarcástico, afinal não encontraria outra resposta para o que ele falou, afinal para alguem querem escrever em pé de igualdade brasileira primeiramente deveria esquecer como escrever português
o melhor é as pessaos reclamando do livro e a maioria nem chega a ler, aiai
é, daki a pouco só falta os piauenses mais revoltados fretarem um onibus para lixar o manson na porta da casa dele
Postado por Caulfield | dezembro 17, 2007 10:58 PM
Posted on dezembro 17, 2007 22:58
Eu me sentiria orgulhoso no lugar do Mr. Manson: publicar um livro, gerar tanta polêmica e conseguir tantos comentários idiotas de idiotas, é um "belo feio".
Postado por Daniel Zhe | dezembro 18, 2007 11:53 AM
Posted on dezembro 18, 2007 11:53
Realmente o autor desta bosta de livro deveria ou deve se manter em constante estado de CCA-Cama e Como Acoolica.
Postado por Paulo Lusotsa | dezembro 18, 2007 2:35 PM
Posted on dezembro 18, 2007 14:35
Realmente o autor desta bosta de livro deveria ou deve se manter em constante estado de CCA-Cama e Coma Acoolica.
Postado por Paulo Lusotsa | dezembro 18, 2007 2:35 PM
Posted on dezembro 18, 2007 14:35
Realmente o autor desta bosta de livro deveria ou deve se manter em constante estado de CCA-Cama e Coma Acoolica.
Postado por Paulo Lusotsa | dezembro 18, 2007 2:35 PM
Posted on dezembro 18, 2007 14:35
cada 'inguinorante' que aparece nos comentarios... vamo respeitar né!!
ou esse povo nunca ouviu falar de sarcasmo ou ta sendo muuuuuuito sarcastico.
continua postando o livro que com certeza tem muitos vao ler até o final!!
Postado por Boutsen | dezembro 19, 2007 3:12 AM
Posted on dezembro 19, 2007 03:12
O Brasileiro é ignorante;
A miséria e a pobreza estão por todas as partes...
São tantos os lugares comuns, e tanta falta de abstração mental, que eu até me divirto. Mas acabo pensando na condição humana... Brincadeira, condição humana... ora... condição humana...
É da natureza humana ser sádico, sarcástico, cáustico, rude, bruto, brucutu, virulento, desvairado, sem-coração, sem sentimento, adorador dos trocadilhos e piadas de humor negro!
E viva a sublimação da arte!
Mr.Manson tem um humor excelentemente escrachado. Caga e anda para tudo e para todos. É um observador atento da VERDADEIRA CONDIÇÃO HUMANA, sem ser um "certinho-mela-cueca" que é fechado para qualquer tipo de experiência nova, ou qualquer novo formato de leitura...
Assis Brasil...
Que chafurde nas lamas do inferno!
Postado por Hudson | dezembro 19, 2007 2:43 PM
Posted on dezembro 19, 2007 14:43
O interessante é que ainda tem gente pra defender um imbecil desses. De tempos em tempos aparece no Brasil figuras odiáveis como esse projetozinho de intelectual de merda. Desde Paulo Francis, passando por Diogo Mainardi, nunca tinha visto um sujeito tão desprovido de respeito para com os outros. Seu livro de conteúdo tão abjeto está tão cheio de merda que não serve nem pra limpar o cu.
Postado por Galdino | dezembro 25, 2007 7:51 PM
Posted on dezembro 25, 2007 19:51
Acho que essa analogia do Piauí com o cú do mundo é bastante ambígua. Esse orifício é, na maioria das vezes, um lugar desejado por ser conhecido e desbravado pela maioria dos homens brasileiros, independente de sua opção sexual.
O Piauí por sua vez representa um estadejo (estado+lugarejo) que abarca os dejetos da nossa civilização. Nesse sentido ele pode ser comparado com o ânus do mundo.
Mas o comentário que queria deixar registrado tem outras pretensões. Em momento algum você deixou de lado a parcialidade dos comentários, esquecendo-se de comentar aqui a despreocupação que você já não tinha com a violência ao deixar o rio. Aposto que lá no Rio era rotina sempre que saia de casa a pé, andar precavido, olhando para todos os lados e definitivamente com o cú na mão. Esse medo de andar nas ruas, você já estava perdendo a medida que saia da "sociedade civilizada".
Quando puder, deixe um relato para nós do outro lado. O lado que estava acostumado a andar armado ou com seguranças para garantir que ninguém iria mexer com o seu cú.
Abraços!
Postado por Justo | dezembro 26, 2007 11:37 AM
Posted on dezembro 26, 2007 11:37
Um crítico excelente? Uma pessoa com sarcasmo imprecionate? Um alguém que sabe e mostra a condição humana? Nossa imprecionante! Você é genial, pena que muitas vezes você cai no anonimato,é esquecido. Olha só quem diria hein? É esquecido! Sinto por você,por sua família, por sua "maravilhosa cidade"! A única intenção do querido autor é causar revolta nos piauienses, e ter o que rir com os amigos cariocas! Vejam o que mais chama atenção! Ele faz isso pelos amigos! Será gay? Deve ser, ele adora um &*, não é? Boa sorte meu caro! Pena que você não tem, espero que leia isso quando algum parente seu tiver morrido numa dessas balas perdidas, filho, companheiro, algo do tipo! E também ficarei triste por a vítima não ter sido esse autor genial! Bjs!
Postado por Galera | janeiro 6, 2008 9:02 AM
Posted on janeiro 6, 2008 09:02
mais uma comprovação de que um curso de economia produz perebas purulentas no cérebro das pessoas...
Postado por luiz | janeiro 12, 2008 3:46 PM
Posted on janeiro 12, 2008 15:46