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Capítulo 17: Teresina

Não existe Teresa feia, você que bebeu pouco


Por puro vício, liguei a TV antes de sair. Estava praticamente alheio aos acontecimentos do mundo desde quinta-feira, quando havia saído do Rio. Enquanto procurava por algum telejornal, acabei encontrando um pitoresco programa local que se chamava A hora do povo. A parada fazia um estilo meio Cadeia, um antigo programa policial com o genial Alborghetti, que passava na extinta Rede OM. Se não me engano, o Ratinho apareceu para o mundo nesse programa, substituindo o Alborghetti em alguma situação bizarra. Sem sombra de dúvidas era a melhor coisa para um criança de onze anos assistir após um estressante dia de aula. A anarquia do apresentador servia como um antídoto para as jovens mentes entorpecidas pela enorme quantidade de regras do sistema escolar.
Para resumir: peguem o Cadeia e coloquem um apresentador piauiense que mal sabe falar e que fica suando como um porco diante das câmeras enquanto atende ligações de ouvintes reclamando de problemas como buracos na rua e falta de iluminação. Essa era A hora do povo. Muito tosco. Uma mistura de nostalgia com curiosidade sobre a cultura local travava o controle remoto e não me deixava mudar de canal. Podia ficar assistindo aquilo até a hora do almoço, mas queria dar um rolé para explorar a maior metrópole do Piauí.
Estava hospedado bem no centro de Teresina, que é dominado por sobrados antigos, sem prédios altos. Quando saí do hotel já era quase meio-dia e a multidão se espremia nas estreitas calçadas. Fui andando sem rumo pelas ruelas do centro em busca de algo interessante para ver, mas era tudo muito comum, naquela área só haviam lojas populares. Dois quarteirões à frente ficava a Praça Dom Pedro II, com vários casarões históricos, sendo que dois de destacavam: um havia se transformado num centro de artesanato e o outro era o teatro municipal. Resolvi deixar as visitas internas para depois. Desci uma rua e acabei chegando na beira do Rio Parnaíba, que até então acreditava ser uma área nobre da cidade. Estava enganado. Um camelô me disse que a parte mais nova da cidade ficava do outro lado, nas margens do Rio Poti.
O Rio Parnaíba marca toda a fronteira entre o Piauí e o Maranhão e corta a zona sul de Teresina. Suas águas barrentas e poluídas não são nada atrativas para um mergulho, mas mesmo assim vi alguns pescadores se aventurando em suas margens. Um pouco mais à frente, a cerca de 300 metros, fica a ponte que leva até a cidade de Timon, que faz parte da “Capitania Hereditária dos Sarneys”. Ainda pensei em dar uma volta no famoso estado do Maranhão e, quem sabe, até engordar meu livro com um ou dois capítulos suplementares, mas resolvi seguir a tática que obtém maior sucesso nas surubas: manter o meu foco em apenas um cu e reservar os incertos para uma outra oportunidade.
Caminhando mais um pouco pela rua à margem do rio, avistei uma pequena feira e resolvi dar uma conferida nas barraquinhas. Depois de alguns minutos, descobri que se tratava da peculiar Feira do Troca. Todo o mercado se baseava no escambo e quase nada era negociado em dinheiro. Fiquei animado. Aquele era um precioso laboratório para um economista recém-formado que, graças a quatro anos de estudos, é capaz de “abstrair a existência da moeda e enxergar as mercadorias como portadoras de um valor intrínseco”.
Se bem que no caso da Feira do Troca nem era necessário ser um economista para desvendar o “valor intrínseco” de tanta quinquilharia. Quanto vale um ferro de passar antigo e quebrado? Ou um sapato furado? Um baralho com cartas faltando? Acho que o povo vai lá mais para se divertir, porque encontrar algo útil é uma tarefa quase impossível.
Cheguei à conclusão de que os piauienses conseguiram construir a sua própria versão do “universo capitalista”. Nessa feira, os populares podem passear, olhar as “vitrines” e até mesmo saciar o seu desejo reprimido de consumo trocando entre si várias coisas inúteis. A efeito da endorfina agindo no cérebro é igual. A mesma “felicidade” que uma patricinha alcança ao comprar uma jaqueta da GAP, um piauiense pode obter trocando um liquidificador quebrado por um joystick de Atari.
Adam Smith disse que “o valor de uma mercadoria reside na quantidade de trabalho que ela é capaz de comandar”. Só se for na Escócia do século 18! Hoje em dia, a maioria das coisas tem seu valor determinado pura e simplesmente pela “satisfação descartável” que é capaz de proporcionar. Por incrível que pareça, não encontrei a prova definitiva disso na minha faculdade, mas sim na Feira do Troca, em pleno Piauí. Nada ali é capaz de “comandar trabalho”, mas, mesmo assim, contrariando a teoria de Smith, aqueles cacarecos ainda conseguem possuir algum tipo de valor. Isso porque os humildes freqüentadores da feira estão “contaminados” pela necessidade de consumo “extra-subsistência” que é embutida em todo cérebro que absorve propaganda. Teorizar sobre “valor de uso” e “valor de troca” não é nada fácil. Culpa do infeliz que inventou a publicidade.
Com a utilidade daquela feira mais clara na mente, tive vontade de “trocar um pouco de felicidade” com os locais. Cheguei a lamentar não ter trazido as centenas de CDs com horas grátis da América Online acumulados na minha escrivaninha. Eles seriam uma excelente moeda de negociação. Tudo bem que o público-alvo da feira não era formado por usuários de computadores, mas eles ainda poderiam usá-los como descanso para copos. A única alternativa foi circular pela feira sem poder interagir muito com os barraqueiros, pois não tinha nada “trocável” no momento.
Resolvi me mandar para o outro lado da cidade, de moto-táxi, é claro. Lá poderia ver algo mais “turístico”. Subi na moto e, à medida que fomos chegando na zona norte, pude perceber uma leve mudança de ares, com a cidade ficando mais bem urbanizada. Mas a boa impressão parou por aí. Quando perguntei ao motoqueiro o que poderia conhecer naquela área, veio a resposta que decepciona qualquer viajante:
– Olha, ali na frente tem dois shoppings.
Não acreditava que havia encarado mais de 2.500 quilômetros de chão esburacado e tudo que a “Teresina descolada” tinha para me oferecer era uma volta no shopping. Mas acabei me conformando. Várias pessoas já haviam me prevenido, dizendo que não havia muito para se ver em Teresina. Tirando o centro antigo (que nem é tão antigo assim), só tinha o shopping mesmo. Pelo menos lá poderia comer algo, além de procurar um lugar com acesso à internet para aliviar um pouco a minha crise de abstinência.
Falei para o cara me levar para qualquer um dos shoppings. Para isso cruzamos o Rio Poti, que em beleza não ganha nem perde para o Parnaíba. Ambos me pareceram igualmente barrentos e poluídos. A diferença é que o Poti, no lugar de velhos armazéns e docas para pequenas embarcações, possui alguns prédios altos em suas margens, que provavelmente servem de morada para a burguesia piauiense.
Desci no Shopping Teresina, cujo logo é uma flor idêntica à do ICQ. A propaganda, que também está embutida na minha mente, fazia com que a vontade de comer em algum fast-food imperialista fosse enorme, mas o bom senso me fez resistir à tentação. Desde sexta-feira, em Brasília, que eu não comia algo mais “caseiro”. Fui a um restaurante a quilo e depois, para a sobremesa, passei numa sorveteria para experimentar os altamente recomendados sorvetes de cajá e bacuri. Nunca tinha ouvido falar nessas frutas, aí estava a graça. Eu nem quero descobrir com o que um cajá se parece em sua forma natural, pois isso poderia estragar o fetiche em torno dessa fruta tão saborosa. Mas posso afirmar que o sorvete de cajá é uma das melhores invenções gastronômicas da humanidade. Passei numa lojinha que dava acesso à internet para ver se o Cocadaboa ainda estava no ar e ler alguns e-mails importantes. Isso foi o suficiente para esgotar a minha cota de shopping do dia.
Voltei de ônibus para o centro antigo. Saltei numa praça grande, com uma igreja quase em ruínas no meio. Era a Igreja de São Benedito, uma das mais antigas da cidade. Andei um pouco mais e conheci o Palácio Karnak , sede do governo do Piauí. Até que é legalzinho, mas me pareceu meio pequeno. Continuei andando até chegar na Praça Pedro II, aonde percebi um cinema bem antigo, provavelmente o mais tradicional da cidade. O curioso é que o letreiro anunciava em letras garrafais dois filmes nada comuns: Xuxa e os duendes 2 e Pornográfico. Se alguma de minhas tias me encontrasse saindo de um cinema desses, não saberia dizer a que sessão tinha ido. Qualquer resposta seria horrível para tentar driblar o flagrante vergonhoso.
Dobrei a esquina, já entrando na rua do hotel. Vi que um grande salão anexo ao teatro estava bem movimentado. Cheguei na porta para conferir. Tratava-se de uma exposição de alguns pintores locais, de graça e com comes e bebes. Encenei uma cara de viado para me misturar melhor ao ambiente e chegar despercebido até uma mesa de canapés. Fiz o meu lanche da tarde, admirei um pouco as obras e fiz outro um lanchinho antes de voltar para o hotel. Pena que não tinha nada alcoólico. Devia ser exposição de crente.
Já eram mais de seis da tarde quando tomei um banho e dei uma cochilada. Por causa do horário de verão, o Jornal Nacional estava passando às sete horas. Antes de conhecer a espetacular vida noturna de Teresina, me inteirei dos acontecimentos mundiais. Nada de novo. Enchentes, atentado em Israel, analistas econômicos falando merda... É impressionante, quanto mais o mundo muda, mas ele continua o mesmo.
Botei uma roupa um pouco mais caprichada e fui para a rua, pronto para cair na gandaia. Quando saí do hotel, tive a impressão de estar numa cidade fantasma. O centro estava deserto, as lojas fechadas e não havia bares no horizonte. Andei até a praça, na esperança de encontrar algo, mas até mesmo o cinema já tinha fechado. Fui colher informações num ponto de moto-táxi:
– Fala, amigo. É normal estar tudo deserto assim?
– É. Segunda-feira é assim mesmo. Na hora da novela todo mundo já está em casa.
– Não tem nada mesmo? Nenhum lugar com um pouco de movimento?
– Só lá do outro lado. Perto do shopping tem uns bares e restaurantes que costumam encher.
– Quanto é para ir até lá?
– Três reais.
Meu Deus, como eu amo o moto-táxi! No Rio três reais não pagariam nem a gasolina para ir até a esquina.
Subi na moto, e como as ruas estavam desertas, experimentei novamente o passeio dois em um, combinando transporte com adrenalina. Quando estávamos quase chegando na rua dos bares, começou a chuviscar. Escolhi rápido onde ficar para não me molhar muito. Demos uma volta na rua e estava tudo muito vazio. Acabei ficando num bar menos vazio, onde servia comida típica. A chuva apertou e a probabilidade do lugar encher ficou quase nula. Vi que a única coisa proveitosa da noite seria comer algo exótico, um carneiro na brasa, por exemplo.
Enquanto esperava o “caprino no espeto”, tive que me encher de cerveja para aturar um mané tocando MPB ao vivo. Pelo menos não era uma máquina de karaokê. Dizem que as bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki foram tragédias. Eu discordo. Na verdade elas foram um desperdício. Se os norte-americanos tivessem escolhido a cidade certa, poderíamos ter riscado do mapa todos os antepassados responsáveis pela combinação de genes peculiar que deu origem ao imbecil que inventou o karaokê. O mundo estaria livre dessa tortura!
Para a minha sorte, começou a chover torrencialmente e a tendinha do cantor não resistiu aos pingos. Antes de eu terminar a segunda garrafa, o show foi interrompido, para descontentamento dos casais que vibravam com a imitação de Marisa Monte cantando “Já sei namorar”.
Mas nem tudo foi prejuízo em minha curta noite em Teresina. O carneiro estava muito bom. A quantidade de comida era tanta que poderia alimentar todo o sul do estado. Deu até para dividir alguns pedaços mais gordurosos com um gato molhado que ficou no pé da mesa enchendo o meu saco. Resolvi chamá-lo de “Piauii”, em homenagem ao cachorro que conheci em Corrente.
A companhia de “Piauii” estava muito agradável, mas a noite, bem fraquinha. Depois de três garrafas de cerveja, não via mais motivo para prolongá-la. Como estava chovendo muito, só dava para voltar de táxi. Tive que deixar as eficientes e econômicas motos de lado para morrer em dez reais. Eu odeio andar de táxi. Por mais que “dinheiro não seja problema”, olhar o taxímetro ir aumentando progressivamente o meu prejuízo é uma tortura. Sempre me flagro pensando: “Um real e cinqüenta a mais só para percorrer esta quadra? Eu poderia ter andado a pé.”
Quando entrei no quarto, a supresa! Uma mulher nua estava deitada na cama. Era uma morena linda, com um corpo escultural e que me convidava para uma maratona sexual. Sua boca carnuda e pintada com o mais vermelho dos batons se abriu e pronunciou as palavras mágicas:
– Sou tarada por geólogos! Possua-me agora!
Não podia negar fogo. Engoli seco e me preparei para escrever o capítulo mais picante e lascivo de minha peregrinação.

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Comentários (49)

"sendo que dois de destacavam" não seria "sendo que dois se destacavam"?

André:

Carneiro?? Acho que você quer dizer "Bode na brasa", uma iguaria típica do Maranhão e Piauí. :)

Anderson:

PQP, o Alborguetti era foda. Minha vó crente não perdia 1 programa. Ligava a TV na OM bem na hora do "Programa do Cadeia" e ficava lá, resmungando sozinha: "Como ele fala palavrão, desse jeito vai pro inferno".

E o Ratinho começou como repórter do Programa do Cadeia. Ficou rico fazendo uma imitação barata do Alborguetti...

PG:

Esse gordo suando em bicas na TV deve ser o Galego. Que nem tem pele clara nem cabelo louro, como os que costumam ser apelidados de galegos aqui no Piauí. É um barbudo troglodita, um Lula na década de 70, só com um QI ainda mais baixo.

Tiago:

QI mais baixo que o do Lula????????????????????????

Lucas:

porra, não saber o que é um cajá? tomar no toba heim!

lucas:

Cajá, ou umbu cajá é igual ao a um umbu,so que possui gosto diferente. Frutinha pequena e amarelada

Dani:

Peraí... vc tinha uma namorada pelo q entendi...

marcel:

cajá não conheço mas umbu sim, muito bão. dá pra imaginar umbu sê tão gostoso? pois é...

Kássio Gomes:

Não dá pra descrver mas vc, Mr. Manson, é um completo IDIOTA... primeiro nem original vc é... Mr. Manson, acredito que vc tem vergonha de ser chamado pelo nome que seus pais ou quem quer que seja tenha dado!!!

PG:

Pronto, entrou um piauiense com problemas proctológicos fazendo comentários inflamados.
Vai pegar uma cabritinha no mato e se acalme.

robson:

O problema e q o cajá afeta os neuronios....

Lucas:

Parece que ele continua um "cego sem bússola".
O Rio Parnaíba não corta a zona sul. Quem passa por lá é o Poty. Vem de lá até se juntar com o Parnaíba no Parque Ecólogico Encontro das Águas.
Ambos os Shoppings ficam na zona leste, não na zona norte. E o logo do Teresina Shopping tá longe de se parecer com o do ICQ: www.teresinashopping.com.br
O Centro de Teresina é parado mesmo à noite porque ele é basicamente comercial e residencial. A noite acontece na zona leste. E toda essa viagem deve ter traumatizado porque tu é um puto de um azarado. Furar o pneu em São Raimundo e assistir logo o programa que o povo fica reclamando dos serviços do governo é muita coincidência.

Lucas:

Ah, certo que todo mundo tem liberdade de se expressar e tal. Mas pelo menos, tenha domínio do assunto. Nessa situação, gravar nomes é um tanto quanto necessário. O correto é Troca-troca e não Feira do Troca. E tu fez bem em não ter ido em Timon - MA. ;D

Lucas:

E julgar a badalação de uma cidade que apesar de ser a capital ainda tem muitos aspectos provincianos pela noite de segunda-feira é muito precipitado.

fabio felix:

Esse filho de uma p. deveria olhar primeiro pro c´da mãe dele.

Carla Mata:

Por que escolhestes o Piauí?!
Não precisamos de ninguem para fazer piadas sobre nossa situação.
Se você tivesse estudado história ao invés de economia saberia que nossa condição atual é culpa de pessoas como você que sobrevive da desgraça de outros. Não tem graça nenhuma e nem mesmo é educado rir, fazer piada e ufanar-se como esse humor bizarro.
Lendo capitulos desse livro confirmei que nós piaienses temos simpatia e educação de sobra para visitar qualquer estado do Brasil e ser convidado a voltar, já você, não merecia nem mesmo ser brasileiro, porque desdenhar de um estado da federeção onde você tinha o papel de ajudar a melhorar é uma atitude irracional!
Se um dia desejar voltar ao Piauí e puder comportar-se como uma pessoa "civilizada" será sempre bem vindo, porque temos hospitalidade de sobra para acolher até mesmo os indignos.

gilson:

pra mim voce e um escluido da sociedade

Hygor:

Você foi muito infeliz ao tentar dar um toque de humor na viagem que fez ao Piauí. O Piauí faz parte do Brasil e vc é brasileiro? Quando desdedenha do Piauí está desdenhando do Brasil e dos brasileiros. Todos somos irmãos dignos de consideração e respeito. Usar palavras de baixo escalão e desdenhar da cidade,dos costumes e da cultura de um povo é no mínimo irracionalidade e ingnorância. Afinal se alguém falasse mal de vc, de sua familia e de sua cidade, como se sentiria? Acredito que você seja um homem inteligente, só resta saber usá-la melhor.

herbert rafael:

Conheço bem o seu tipo de pessoa,vc é uma pessoa revoltada com a vida que quer chamar a atenção a todo custo.Fico triste que vc transforme seus problemas psicologicos em ofensas há um povo tão lindo,honesto,trabalhador como é o povo piauiense.

espero q vc tenha melhoras ...
procure um especialista que só ele pode ajudar.

tbc:

Caro Mr Manson,
caistes no meu conceito. Nao sou daquele mundo mas nem por isso vejo motivacao em fazer algo tao preconceituoso.
Galera conhecida de la nota dez. Cultura de la nota dez. Regionalismos a parte, totalmente dipensavel esse texto.

[]'s,
outrora admirador do coca da boa! (no tempo que nao se zombava da situacao dos vizinhos - ah se fosse falar do RJ, SP, MG, ES e assim vai... - quantas mizerias encontraria?!)

Merda da tua mae:

Vai tomar no teu cu filho da puta tu e toda tua familia viado
e que fez om livro junto contigo filho de uma puta.E o dono do Blog e quem hospeda tambem vão tudo tomar no centro do olho do cu.

Merda da tua mae:

Vai tomar no teu cu filho da puta tu e toda tua familia viado
e que fez om livro junto contigo filho de uma puta.E o dono do Blog e quem hospeda tambem vão tudo tomar no centro do olho do cu.

Merda da tua mae:

Vai tomar no teu cu filho da puta tu e toda tua familia viado
e que fez om livro junto contigo filho de uma puta.E o dono do Blog e quem hospeda tambem vão tudo tomar no centro do olho do cu.

O Piauí é lindo e maravilhoso!!!vc, fui muito infeliz nos seus comentários idiotas e sem graça.Procure outra forma de obter fama porque
assim é apelação.

O Piauí é lindo e maravilhoso!!!,foi muito infeliz nos seus comenários idiotas e sem graça.Procure outra forma de obter fama porque assim é apelação.

a. machado:

O que dizer de um idiota que faz apologia às drogas? O que dizer de uma pessao que ninguem sabe de onde saiu? Pelo que percebi este é mais um andarilho querendo aparecer de qualquer jeito, ele fala no Rio de Janeiro, é bom que tomemos cuidado, pois pode ser ele componete de uma das faccões criminosas que é o que muito existe por lá. Porque esse drogado não escreve sobre os deslizamentos de terra que matam centenas de miseráveis que moram em casebres em cima de morros no Rio? Por ultimo gostaria de saber quem foi o idiota que deu guarida a esse delinquente para publicar toda essa baboseira, porque com certaza ele não tem onde cair morto e aqui nõs não o queremos. Fora traficante drogado

pedro:

pelo o que eu entendi,você deveria estar procurando um jegue,mas se conformou em andar de moto taxe agarrado com um macho,quanto à garota no quarto,Huuum sei não!!!!.É uma pena que um sujeito passe anos de sua vida só pra ser mais um idiota a perambular pelo mundo sem rumo e o que é pior,sem nenhuma criatividade. É preciso ser mesmo um grande otário pra achar que pode enganar os negociantes do Troca-troca.
Mas tudo bém,no mundo,existe todo tipo de gente,desde pessoas que vivem trabalhando,suando a camisa para sobreviver dignamente até inuteis como você,o mundo sente muito pôr você existir.

Aline Medeiros:

Mr Manson, muito engraçadinho não o senhor? Sabe brincar com as palavras, com as ironias, posso até dizer que tem um bom texto.

Uma pena é que você não soube utilizar sua "esperteza" para um fim benéfico. Ou você acha que esse livreco vai mesmo contribuir para que o Estado do Piauí se desenvolva?

De fato, o Piauí tem muitos problemas sociais. Sua população é sofrida, os nossos governantes (não todos, é importante frisar), mantêm uma espécie de coronelismo que só prejudica nosso crescimento.

Agora Mr Manson, uma perguntinha, o Sr. queria mídia com tudo isso não é?É fácil dizer que nossa imprensa é sensacionalista, e você o que é? O que você escreveu não poderia ser considerado um texto sensacionalista? Que fere, que discrimina, que pejora e que falta com respeito com pessoas que lutam e batalham por dias melhores.

Acho q o senhor, faria um grande favor se tivesse usado toda sua competência para algo mais produtivo.

Sabe o que vai acontecer, Mr Manson? O senhor vai ter os seus 15 minutos de fama, mas respeitabilidade e credibilidade não se conseguem com alarde.

Engraçado que vc falou do Paulo Coelho...não consigo ver diferença entre vocês...quer dizer, ele deve ser melhor pq pelo menos conquistou um pouco mais de “visibilidade” , ‘conseguiu ficar rico, famoso e ainda de quebra entrar para a Academia Brasileira de Letras’ (opa, desculpa, talvez você não queira isso...)

Garanto ao Sr. que não é será mais bem vindo ao nosso estado, ou melhor, convido o Sr. a uma nova visita p/conhecer o que sem dúvida você não viu, ou não quis ver, ou o que não quis dizer.

Convido você também para vir falar de igual com a “imprensa sensacionalista” e com “nossos estudantes burros e desinformados!”

O meu mais frio abraço!

Sou Piaui:

Pena que vc não passou da zona sul de Teresina, pois malucos do seu tipo que falam mal do Piaui e da nossa terra, a gente dar um tratamento parecido com o que deram pro Tim Lopes no Morro.

Fico lhe aguardando na outra Viagem

só que naum sobra restos..

Jorge Tajra:

Tu é um bosta mesmo....
crece animal....

Profissional fulera...

Vou fazer um livro sobre a tua bunda mas seria dificil pra pegar todos os depoimentos. Pq aí e bem frequentada....

Quer chamar atenção???????

Pinta a bunda de amarelo e diz que é o Sol....

Babaca...

Mãe de Mr.Manson:

Esse tal de Mr.Manson deve ser um completo viado enrustido, que deve ter nascido na Europa. Garanto que não existe lugar mais feio, com céu cinzento e rios que parecem imensos esgotos a céu abero, como em São Paulo.

fabio felix:

Vou escrever um livro sobre um carioca que perdeu o resto de pregas do c´no Piauí e esta revoltado.

Tripa:

é uma calúnia esse infeliz... engraçadas algumas verdades... mas muito infeliz em algumas inverdades, vc deveria ter ido a BETE CUCUZ, duvido se saíria falando mau daqui...
Nossa situação não é invejável mas não troco meu Piauí pelo seu Rio de mortes... certamente quando vier de novo os carinhas da zona sul daram um jeito em vc... se tiver coragem de vir claro... e se identificar...

gilson:

eu nao sei o que um quebrado como voce quer viajar pro piaui logo la um estado maravilhoso
com muitas opcoes de lazer e otimos pontos turisticcos é muita liseira 1 foi de transporte pirata por uma rodovia onde nâo ha fiscalização moto taxi de 150$ E ainda achou caro e aida se envolveu com uma prostituta em tersina esses sâo costumes e tradiçôes de pessoas sem valor como voçê vai lar babaca fazer demagogia com os paulista com a galera do corintians pra ver o que vai te acontecer babaca

gilson:

eu nao sei o que um quebrado como voce quer viajar pro piaui logo la um estado maravilhoso
com muitas opcoes de lazer e otimos pontos turisticcos é muita liseira 1 foi de transporte pirata por uma rodovia onde nâo ha fiscalização moto taxi de 150$ E ainda achou caro e aida se envolveu com uma prostituta em tersina esses sâo costumes e tradiçôes de pessoas sem valor como voçê vai lar babaca fazer demagogia com os paulista com a galera do corintians pra ver o que vai te acontecer babaca

Eu povo piauiense e/ou conterrâneos da nação, se vocês se importam tanto com o estado, se acham que foi uma ofensa tão grave assim escrever um livro onde o personagem principal é o seu tão maravilhoso estado, porque não fazem algo para melhorá-lo? Sei lá, tipo uma maratona.

Guilherme:

cara, que idiotice, o cara é um humorista, se ele estivesse em qualquer outra parte do brasil ele procuraria coisas engraçadas pra falar delas, mesmo que não sejam elogiosas.

essa idiotice de ficar todo ofendidinho pelo estado é que depõe contra a gente

Daniel:

eu tenho parentes no piaui, e vou pra lá todo ano. mas não há como negar que é um estado pobre e sem opções, um pouco de autocritica não faz mal a nimguem.

Pat:

"Encenei uma cara de viado para me misturar melhor ao ambiente..."
Ficaria mais real o seu texto: "Sem esforço, mostrei minha cara de viado..."

bruno:

2/5 da população teresinense se manifestou aqui, os outros 3/5 não devem ter acesso à internet, hehe

MRG:

Cacete, os comentários são a melhor parte! Simplesmente hilário...

DJ:

Experimenta viajar para o Acre, Rondônia, Roraima e Amapá, desgraçado!! O que está te faltando, no mínimo, é um conhecimento básico de geografia e atualidades. Depois disso tudo, analise bem antes chamar um Estado de "cu" do mundo. Além disso, esses "cus" são muito melhores de se morar do que num lugar onde a bala corre solta e a qualquer momento pode te acertar(no Rio de Tráfico).

Manson, você precisa lançar uma nova edição deste livro. Mas desta vez com os comentários dos piauienses no lugar dessas frasezinhas no início de cada capítulo. Se não me engano, você já é detentor dos direitos de publicação de tudo que é publicado no seu blog, não? Aproveite, faça a alegria dos leitores mais uma vez. Aliás, pela forma dos comentários, você não estava de sacanagem sobre o Piauiês.

armando:

Morena nua? O cara tava sonhando...
O cara fez o turismo de qualquer classe média idiota: andar na parte rica da cidade e ir num shopping...

armando:

Ah, e assistir o JN. Que merda!

Paulo Viana:

Caralho, vc então deu uma de "gayzinha" para filar a boia hem...

Thiago:

Bom, o pessoal do Piauí tá nervoso à toa, moro em Brasília já há algum tempo e a maioria das piadinhas que fazem daqui não são mentira, invenção de quem quer que seja para obter alarde. Apenas mostram a corrupção e nos estimulam a corrigir essas coisas, xingar alguns políticos, sei lá, pelo menos não ficar parado enquanto a situação está uma merda. E a crítica vai para algumas pessoas, não para toda a população do DF, que na maioria é honesta e não ganha mensalão ou propina.
O humor tem essa função, do estímulo à reflexão e da crítica aos costumes, das situações... Será que o livro não conclama aos piauinses exigir educação, uma estrada melhor, condições dignas de vida para se garantir cidadania à população?

Geraldo Nunes Filho:

Teresina é uma homenagem à Imperatriz Tereza Cristina, mulher de PEDRO II. Acontece que o nosso Imperador era muito chegado em botânica, Astronomia e outras ciências. Começaram a achar que era hora de casá-lo pois podia aviadar-se. Então foram lá na distante Áustria e trouxeram a moçoila. Era baixinha, tinha peitos grandes - um maior que o outro- era manca de uma perna e tinha o cabelo quase vermelho(era vesga). Eis a razão, em homenagem à tal Imperatriz , resolveram batizar a capital com este exótico nome.Teresina é o retrato da homenageada. Eita povo feio...........

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