Entrevista: Bruna Surfistinha

bruna surfistinhaPara entrevistar Bruna Surfistinha, tivemos que nos passar por ex-clientes. Bruna não permitiu a publicação de suas declarações mas decidimos correr o risco e publicá-las mesmo assim.

bruna surfistinha falando sobre seu livroPara entrevistar Bruna Surfistinha, tivemos que nos passar por ex-clientes da patricinha que virou garota de programas e contava suas estripulias num blog, que virou um livro dos mais vendidos. Mandamos um email dizendo que éramos um grupo de rapazes que tinha ficado muito feliz com o serviço prestado no passado e que queríamos dar uma comissão a mais pelo gang bang, como caixinha de fim de ano. Bruna aceitou o encontro e dissemos que como condição para o pagamento queríamos trocar umas idéias com ela. Como o sonho de uma prostituta é “só conversar” com seus clientes, a Surfistinha aceitou bater um papo conosco. Nós a tratamos muito bem, com palavras carinhosas que a desmontaram por completo. No fim da entrevista, quando um de nós foi ao banheiro urinar, Bruna deu um jeito de manjar o membro do sujeito e não reconheceu o pênis do rapaz. Foi quando descobriu que éramos do Cocadaboa. Dizendo que nosso site era concorrente do seu blog em número de acessos e de sacanagens narradas, Bruna não permitiu a publicação de suas declarações e disse que não reconheceria que deu esta entrevista. Decidimos correr o risco e publicá-la mesmo assim.

Cocadaboa: Bruna, minha menina, por que você usou o apelido de “surfistinha”? Era por que gostava de tirar onda de boa de cama?

Bruna Surfistinha: Nada disso, é um apelido de infância. Desde pequena adoro pegar tubos.

Cocadaboa: Bruna, minha santinha, o que veio primeiro, o ovo ou a galinha? Explico: Você virou blogueira para narrar seu dia-a-dia de prostituta ou virou prostituta para ter algo de interessante para narrar no blog?

Bruna Surfistinha: Na verdade tudo começou como uma grande terapia. Para aliviar a tensão, sabe? Ao receber vários homens em casa para praticar sexo durante o dia, eu podia remediar um pouco a minha depressão devido a minha vida assexuada de blogueira.

Cocadaboa: O que foi mais difícil encarar, Bruna, minha princesa: as fantasias bizarras de seus clientes, as declarações de amor dos nerds que freqüentavam seu site ou o ódio das blogueiras que passaram a ter seus blogs ainda mais ignorados?

Bruna Surfistinha: Olha, em toda esta onda de sucesso o mais difícil mesmo foi agüentar mais de 6 horas seguidas sentada para autografar os livros.

Cocadaboa: Bruna, minha flor, você mesmo escreveu seu livro, “O doce veneno do escorpião” ou contratou também um prostituto da literatura, quer dizer, um ghost-writer? Aliás, esse título esdrúxulo foi sugerido por alguma colega blogueira?

Bruna Surfistinha: De forma alguma! Eu juro que escrevi tudinho. Do cabo ao rabo! E o título é uma homenagem ao meu animal predileto, o escorpião. Como eu, ele também usa o rabo para garantir a vida.

Cocadaboa: Bruninha, sua vida agora deve virar filme. Tem alguém especial que você gostaria de interpretasse seu papel no cinema? Alguma preferência entre todas essas moças que trabalharam na novela ‘América’ e que posaram para revistas masculinas?

Bruna Surfistinha: Não acredito que uma atriz profissional seja capaz de fazer papel de prostituta. Não sei se elas seriam capazes de interpretar um personagem que dá sem prazer.

Cocadaboa: Bruna, gatinha, você se sente útil para o mercado de trabalho agora que está ajudando a manter o emprego de dezenas de produtores de TV gerando pautas para programas de fofocas? E também está ajudando na promoção de outras celebridades instantâneas, como a ex-mulher de seu namorado, a tal da Samanta?

Eu não me incomodo de ser explorada ou de dar fama para terceiros. Sou muito altruísta, gosto de ajudar as pessoas. Afinal, é dando que se recebe.

Cocadaboa: Bruna, mulher, você pensa em entrar na justiça contra a Amanda Surfista, personagem criado por um famoso colunista do Globo que se passa por uma estudante de jornalismo e escreve no site www.amandasurfista.com?

Bruna Surfistinha: Não, pois está claro que é um mero personagem de ficção. Como é colunista do Globo, é óbvio que esta pessoa nunca estudou jornalismo e muito menos entende de sexo heterossexual.


O calunia e difamação é escrito por Odisseu Kapyn nas perguntas e MrManson nas respostas.

as 18/12/05, 21:18

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