Categoria: MEM
Estive lá em Caio Martins com meus queridos primos Drim-Drim e J. Pirama e pude compartilhar com eles momentos de pura emoção. Enfim algo de bom para nosotros!

Senhores, como foi boa a semana que se passou. Há tempos não aconteciam tantas coisas realmente boas em minha vida. O meu ganso deu cria e nasceram lindos filhotinhos, mais fofos que o Raul Gil; todas as minhas vizinhas voltaram a tirar a roupa na hora do meu chá das seis; e finalmente percebi que todo mundo é burro. Agora, sem dúvida alguma, o fato mais importante de todos foi a volta do Glorioso a primeira divisão. Como manda a tradição botafoguense, com muito sofrimento mas com muita honra voltamos mais fortes do que nunca para o lugar de onde nunca deveríamos ter saído. Com um elenco esforçado, um treinador meio louco, duas toneladas de Lexotan e um presidente com a cabeça no lugar, nós botafoguenses voltamos a sorrir neste fim de ano.
Estive lá em Caio Martins com meus queridos primos Drim-Drim e J. Pirama, e pude compartilhar com eles momentos de pura emoção e desabafo. Enfim algo de bom para nosotros!!!
Depois de várias cervejas na cachola, vinha pela ponte pensando na singularidade que é torcer pelo alvinegro. É uma espécie de karma que carregamos conosco, mas um karma prazeroso, um karma mágico, difícil de ser explicado. Lembrei-me então de vários momentos nos quais o Botafogo me fez ir da mais triste decepção a mais grandiosa vitória.
Uma dessas vitórias foi engraçada, boa de ser contada a vocês. Foi a noite de comemoração do campeonato carioca de 1997 em que eu e meu compadre Van Der Pelt, fomos para General Severiano, tomamos um porre homérico e presenciamos cenas bizarras. Não sei se os leitores se recordam mas neste campeonato o Botafogo derrotou o Flamengo por um a zero jogando com o time de reservas e tirando assim a chance dos rubro-negros de disputarem a final da Taça Guanabara. Neste jogo, o hoje conhecido atacante rubro-negro Zé Carlos, ainda era um ilustre desconhecido e fazia parte do time B do Fogão. E foi para nossa surpresa que entrando em General Severiano eu e Van Der Pelt avistamos uma figura de chinelos Raider, shortinho “vem cá meu puto” e camiseta regata de frente para uma porta de vidro trancada pulando, balançando os braços e gritando assim: “- Iêêêêêêîi, Ioooou, ôôÔÔô, abre aí!! Abre esta porta! Sou eu, Zé Carlos, atuei no time de reservas contra o Flamengo, também sou campeão, não me deixe aqui de fora não!!!” – Estava rolando uma festança para os jogadores, e o pobre Zé tinha sido barrado no baile (Dusek cuidado com o canivete!!). Vendo o desespero do maluco, eu e Van Der Pelt fomos tentar acalma-lo mas não conseguíamos parar de rir, pois achávamos que o Zé era apenas mais um torcedor bêbado querendo penetrar na bocada.
Foi então que avistei vindo em nossa direção o presidente do IBOPE e então presidente do Botafogo, o Sr. C A M chegando e sendo saudado por vários torcedores. Virei pro Van Der Pelt e falei: - Vô darrrrrrrrrr um abraçffo no cara!
Tracei então uma reta em direção ao presidente com toda vontade e emoção e quando me preparava para circunda-lo com meus braços, pisei num buraco, tropecei e acabei-lhe abraçando as nádegas, por pouco não o derrubando no chão. Ele ficou meio sem jeito mas acabou me levantando e me dando um beijo na ponta do caralho (I’m just joking mr president ,hehehe!!).
O Presidente também acabou liberando a entrada do Zé Carlos na festa.
Linda noite alvinegra!!!
Tô ligado nisso aqui:
- The Eloise Trio – The New and Exciting Eloise Trio
- Jamelão – Ela Disse-me Assim...
- David Bowie - Low
Um beijo do gordo!!
Obs: eh!! bicho bão!!!
Envie para um amigo:





