Categoria: Ombudsman Girl
Aí, povinho!
Um ano de putarias cocadianas, né não? Quantas alegrias, quantos factóides, quantos bons momentos...
Eu estava lendo edição por edição de nosso site e descobri o quanto evoluímos nesse ano.
Os meninos tão cada vez mais vulgares e eu sou cada vez mais ferina. Enfim, um sucesso!
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Número 13 Aí, povinho! Uma das atribuições de ombudsman que não segui foi a de fazer com que a opinião do leitor fosse ouvida e respeitada. Minha opinião é que deve ser ouvida e ai de quem não a respeita! Mas agora resolvi dar mais voz ao nosso leitor (não que eu ache que a opinião de leitor deva ser respeitada). Decidimos também que eu deveria falar mais da vida nossa de cada dia. Contar que nos encontramos, que falamos isso ou aquilo, enfim, fazer uma social; já que povo adora saber da intimidade dos outros (vide Caras, Casa dos Artistas e etc) e isso tudo com a já conhecida imparcialidade e tom jornalístico da Mulher Maravilha. De cara achei que a coluna iria ficar uma droga (grande demais) mas aí o Manson disse que a ombudsman é das coisas mais lidas e que o povo perde o maior tempão nela (vocês são toscos mesmo, não têm o que fazer não?) então topei. Odisseu Kapin: Sabe aquele filme "Melhor Impossível"? Sério, o Odisseu com essa "psicada" das mãos (o termo foi criado por uma tia minha, e deriva de psico, alguma encanação psicológica) me lembrou muito o protagonista do filme. O cara tá cheio de manias, não encosta aqui, tá sujo acolá. Para os doentes como o Odisseu a "maravilhosa indústria da maluquice higiênica" já inventou a torneira com infravermelho, pra bicha não tocar num troço "sujo". Ainda sobre essa indústria, vocês já viram uma tábua sanitária com uma engenhoca tecnológica que faz rodar um plástico limpinho, pra a gente sentar no vaso com total liberdade?! Tu pode até lamber o vaso que tá tudo ok! É maravilhoso! O "Flávio Dois Montinhos" (vai ter que ouvir uma rádio cocada para conhecer o cara, já que o analfabeto não consegue escrever um texto sequer), que já cagou em tudo quanto é lugar do mundo, vai adorar. PIRU: Não comentarei se este texto é bom ou ruim, pois acho que depois de "Jatos de Porra" (e a adorável imagem utilizada...) tudo é festa. O PIRU é incorrigível e pelo menos dessa vez eu não senti o espasmo de horror que a simples visão do destaque de "jatos" me proporcionava. Eric Draven: Pra turma do aperta e puxa o texto deve fazer o maior sentido. Principalmente se você tiver apertado e puxado um pouco antes ler, aí o Eric vira Gabriel Garcia Marques... Tá, o texto é sofrível, mas como o cara é novo na casa serei simpática e vou contar uma historinha de como a maconha pode ser usada para confraternizar, assim como no texto. Meu irmão, que faz Geografia em uma universidade federal, viajou nessa madrugada para Porto Alegre a pretexto de participar de um encontro da disciplina e, de quebra, ficar para o fórum mundial (coisa de calourada...). Os estudantes do Sul serão hospitaleiros alojando os cariocas. Para retribuir a gentileza o povinho daqui está levando seis quilos de maconha. Parece que tem um cara do DCE que não fará nada, além de cuidar da gigantesca bagana. Então Eric, sua teoria está certa, a maconha parece ser um bom presente. E já sabe, se não tiver maconha o suficiente no mercado local, pode rumar pro Sul que, como o congresso é internacional, a maconha do resto do mundo tá toda escondida lá. Mr. Manson: Eu juro, não queria ser a mulher desse louco nem por um decreto! Kid Malandragem: Irretocável , fabuloso e fundamental (tá na moda falar fundamental, né?!). Foi isso, calangos queridos. Mulher Maravilha |
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