Categoria: Calúnia e Difamação
Para entrevistar o cantor Belo, tivemos que abordá-lo com um assunto diferente, já que o cantor não quer muito falar sobre seu caso. Dissemos então que éramos representantes de uma revista masculina e que queríamos negociar um contrato para sua mulher, Viviane Araújo, posar nua. Ao chegar lá, demos ao pagodeiro uma embalagem contendo um "tecido fino". Por estar há alguns dias em abstinência por orientação de seu advogado, Belo não resistiu ao apelo da mercadoria e a consumiu rapidamente.
Cocadaboa Entrevista
Belo
Para entrevistar o cantor Belo, tivemos que abordá-lo com um assunto diferente, já que o cantor não quer muito falar sobre seu caso. Dissemos então que éramos representantes de uma revista masculina e que queríamos negociar um contrato para sua mulher, Viviane Araújo, posar nua. Ao chegar lá, demos ao pagodeiro uma embalagem contendo um "tecido fino". Por estar há alguns dias em abstinência por orientação de seu advogado, Belo não resistiu ao apelo da mercadoria e a consumiu rapidamente. Empolgado, também partiu para outros presentes ilegais que lhe levamos para deixá-lo mais à vontade. Entorpecido, Belo não ofereceu resistência e contou tudo que queríamos. Talvez, quando se recuperar do efeito das drogas, Belo não se lembre que nos concedeu essa entrevista. Mas decidimos correr o risco e publicá-la mesmo assim.
Cocadaboa: É verdade que você vai continuar sua carreira mesmo dentro da prisão, gravando seus CDs através de escutas em telefones celulares?
Belo: Ir para a prisão é uma grande oportunidade na minha carreira. Todos sabem que o presídio é uma verdadeira escola de bandidagem, ou seja, quando sair vou ser um pagodeiro muito mais completo. Quem sabe até posso tentar uma carreira internacional, na Colômbia por exemplo.
Cocadaboa: Há boatos de que você estaria planejando um dueto com a cantora mexicana Gloria Trevi?
Belo: Existe essa possibilidade. A minha primeira opção era a Simony, mas ela ficou meio caída depois que teve o filho.
Cocadaboa: Belo, você teme que tenha que virar, como se diz nas prisões, "mulherzinha" de algum colega de cela? Ou pior: que eles te obriguem a fazer parte de um grupo de pagode em que você não seja o cantor principal?
Belo: Não tenho esse medo. Sou muito querido no meio penitenciário, lá eles conhecem o meu trabalho e sabem quem eu sou. Estaria muito mais nervoso se estivesse sendo confinado em um coquetel da Associação Paulista de Críticos de Arte. Além deles não gostarem de mim, o homossexualismo é muito difundido nesse meio.
Cocadaboa: Fontes no mundo da música nos contaram que você não quer ser o único pagodeiro na prisão e que planeja entregar outros colegas do meio artístico para reduzir sua pena. A informação procede?
Belo: Não costumo ser dedo-duro, mas como a entrevista é para o Cocadaboa... Esse tal de Marcos Mion merece um lugar reservado no xilindró também. Ele estabeleceu sua firma em Itapecirica da Serra só para não pagar os impostos mais caros da capital paulista. Esse crime é conhecido como "elisão fiscal", e é tão vergonhoso como "associação com tráfico de drogas".
Cocadaboa: Você ficou aborrecido com o oportunismo de sua mulher, que aceitou um convite para posar nua em pleno decorrer de seu drama criminal?
Belo: Nada disso, eu até gostei. As visitas íntimas são limitadas aos fins de semana, com a ajuda da revista eu vou poder fazer amor com ela de Segunda à Sexta.
Leia a entrevista anterior: João Paulo II.
O Calúnia e Difamação é escrito por:
Odisseu Kapyn nas perguntas e MrManson nas respostas.
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