Cocadaboa Entrevista Eugênio Chipkevitch

Para entrevistar o doutor Eugênio Chipkevitch, fomos até a Candelária, pegamos um menor abandonado, demos uma grana para ele tomar banho, se vestir com trajes provocantes e colocar um perfume apropriado, ou seja, colônia de bebê. Colocamos um microfone escondido em uma obturação do moleque e o infiltramos na cela do pediatra, pedófilo e pederasta. Com um ponto eletrônico na orelha do garoto, nós o orientávamos a fazer perguntas para Chipkevitch, de modo sedutor e insinuante. Sob nossas instruções, o menino tirava uma peça da roupa a cada pergunta respondida. Não houve como o médico resistir. Ele respondeu tudinho.

Cocadaboa Entrevista
Eugênio Chipkevitch

Para entrevistar o doutor Eugênio Chipkevitch, fomos até a Candelária, pegamos um menor abandonado, demos uma grana para ele tomar banho, se vestir com trajes provocantes e colocar um perfume apropriado, ou seja, colônia de bebê. Colocamos um microfone escondido em uma obturação do moleque e o infiltramos na cela do pediatra, pedófilo e pederasta. Com um ponto eletrônico na orelha do garoto, nós o orientávamos a fazer perguntas para Chipkevitch, de modo sedutor e insinuante. Sob nossas instruções, o menino tirava uma peça da roupa a cada pergunta respondida. Não houve como o médico resistir. Ele respondeu tudinho. No fim da conversa, já de cuequinha da Turma da Mônica, nosso enviado disse que estava com dor de cabeça e foi embora, deixando Chipkevitch enlouquecido. O tarado perdeu o controle, começou a berrar e logo foi visitado por guardas penitenciários, que o encheram de pancadas na cabeça. A violência dos golpes afetou a mente do pervertido, que não deve lembrar que nos concedeu essa entrevista. Decidimos correr o risco e publicá-la assim mesmo.

Cocadaboa: Você já era adepto da pedofilia antes de se tornar pediatra ou foi uma conseqüência de seu trabalho?

Chipkevitch: Na verdade todo pedófilo é um pediatra amador, ou vice-versa. Lembro de minha adolescência no Leste Europeu, quando brincava de médico examinando a próstata de meus primos mais novos, acho que foi nesse momento que "senti o toque" e decidi me tornar médico.

Cocadaboa: Seus antecedentes não são nada bons. É verdade que o senhor teve problemas ainda na universidade?

Chipkevitch: Sim, eles não entendiam meus métodos pouco convencionais. Uma vez pedi ao diretor da faculdade voluntários para minha revolucionária tese da "circuncisão oral", na qual eu garantia que era capaz de fazer uma operação de fimose substituindo instrumentos cirúrgicos pela fricção da minha língua com o prepúcio do paciente.

Cocadaboa: Dizem que além dos vários artigos que o assinava em revistas sobre saúde infantil, o senhor também tinha uma vasta obra como autor de contos verídicos em sites e revistas pornográficas. Isso é verdade?

Chipkevitch: Isso é verdade, gostava de relatar minhas aventuras do meu consultório com os "pequerruchos". Mas isso não durou muito tempo. Uma vez confundi os textos e enviei o material para as revistas errada. Os pediatras que acompanhavam a minha publicação de saúde infantil não perceberam a diferença, mas o público da revista pornográfica ficou enojado com meu artigo sobre uma operação de amigdalite.

Cocadaboa: Como o senhor escolhia os pacientes que iria molestar? Havia algum critério? Eram todos aproveitados?

Chipkevitch: Porra, peraí! Não achei meu pinto no lixo! Sou pedófilo mas tenho bom gosto! Só pegava os garotinhos mais bonitos. Preferia os que estivessem banguelas, no momento da troca da dentição o sexo oral é muito mais agradável.

Cocadaboa: O senhor era um pediatra muito respeitado. Deve ter recebido clientes famosos em seu consultório. Poderia revelar o nome de alguns deles? O senhor tinha algum predileto entre os pacientes conhecidos do público?

Chipkevitch: Não é muito ético falar nisso, mas como caçaram meu diploma, foda-se. A virgindade da Sandy eu garanto, já a do Júnior... Eu também costumava tratar do Marcos Mion, mas na época ele não se depilava, era um homenzinho peludinho... agora virou isso aí... cruzes.

Cocadaboa: Por que o senhor gravava em vídeo suas investidas nos clientes? Não era um risco muito grande?

Chipkevitch: O risco era grande, mas tinha que correr, o fã clube internacional do Michael Jackson exigia isso. Se eu não gravasse e mandasse para todos os sócios no exterior, não receberia as fitas dele em troca.

Cocadaboa: Como o senhor acha que será sua vida na prisão?

Chipkevitch: Provavelmente ela vai ser muito longa e dura, o que não me agrada muito, já que prefiro pequenos e moles. Mas já pedi para que meu advogado exija que eu seja preso em uma FEBEM, assim posso prestar meus serviços de psicólogo e pediatra enquanto estiver cumprindo minha pena.

O Calúnia e Difamação é escrito por:
Odisseu Kapyn nas perguntas e MrManson nas respostas.

as 09/01/03, 23:43

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