Cocadaboa Entrevista Anita

O Cocadaboa conseguiu uma entrevista exclusiva com Mel Lisboa, atriz estreante da minissérie da Globo "Presença de Anita", na qual interpreta uma adolescente que vive nua seduzindo um homem mais velho.

Cocadaboa Entrevista Anita

GuguO Cocadaboa conseguiu uma entrevista exclusiva com Mel Lisboa, atriz estreante da minissérie da Globo "Presença de Anita", na qual interpreta uma adolescente que vive nua seduzindo um homem mais velho.

Estas informações foram conseguidas com o uso de mensagens subliminares. Em meio ao que seria uma entrevista "comum" inserimos estas perguntas pronunciadas ao contrário. A atriz, muito confusa, acabou respondendo tudo sem querer. Provavelmente ela não lembrará de nada. Decidimos correr o risco e vamos publicar o que ela disse.

Cocadaboa: É verdade que você teve aulas de interpretação com Ricardo Macchi, que ficou nacionalmente famoso por fazer o papel do cigano Igor, em "Explode Coração", na Globo?

Mel Lisboa: Não, isso é intriga das outras atrizes invejosas. Na verdade eu nunca fui atriz profissional. O "Maneco" (Manoel Carlos) me descobriu no Centro de Lazer Maracanã, uma termas o­nde trabalhava. Ele ficou muito surpreso com a minha atuação e disse que arrumaria um serviço para mim. Nunca achei que fingir orgasmo para um velho broxa seria algo que determinaria meu futuro.

Cocadaboa: Muitas atrizes têm que passar por grandes transformações físicas para assumir um papel, como ganhar peso e raspar a cabeça. E não foi diferente no seu caso. Foi difícil ter que mudar o estilo de corte de seus pêlos pubianos?

Mel Lisboa: Eu sempre curti o estilo "asa delta", a clientela se amarrava mais. Mudar para o "moicana" não foi nenhum empecilho, também acho que minha xoxotinha fica bem vistosa. Difícil seria me adaptar caso o personagem exigisse o estilo "matagal", é muito anti-higiênico. Acho horrível, até hoje tenho pesadelos quando lembro do "tufo" da Cláudia Ohana...

Cocadaboa: O seu contrato com a Globo tem um adicional por insalubridade, já que as chances de você pegar uma gripe ou uma pneumonia são maiores do que as do resto do elenco, que trabalha com roupas?

Mel Lisboa: Não, já estou acostumada a andar com pouca roupa e o estúdio é bem quentinho. Um contra-regra está sempre alerta com um cobertor caso eu sinta frio. Também aprendi um truque, antes dessas cenas mais ousadas, esquento um OB nos refletores, depois eu coloco ele "pra dentro", me sinto aquecida por um bom tempo.

Cocadaboa: Ainda sobre seu contrato com a Globo: há alguma cláusula que prevê exclusividade de nudez para a emissora, ou seu talento pode ser mostrado em outras mídias? Quantas revistas masculinas já lhe fizeram propostas para um ensaio artístico?

Mel Lisboa: No contrato já está fechado o meu ensaio para a Playboy, a Globo negociou tudo e recebeu uma comissão de 20%. Após 4 meses, tenho a opção de fazer um implante de silicone para tornar possível um segundo ensaio, mas neste caso a comissão da Globo será de apenas 20%.

Cocadaboa: Você ainda está em início de carreira e ainda deve querer se aprimorar. Seus planos incluem cursos de interpretação no exterior ou apenas implantes de próteses de silicone e lipoesculturas já serão suficientes para ascender artisticamente?

Mel Lisboa: Ainda estou pensando se vou implantar o silicone ou não, a moda dos peitões está mudando e posso acabar me dando mal. Meu empresário também me aconselhou a manter meu estilo "Lolita", o público de velhos pedófilos nos interessa muito.
Quero me tornar uma artista multimídia. Gravar um CD, fazer filmes, ter um programa de rádio, um de Tv e até escrever um livro, meu sonho é entrar para a Academia Brasileira de Letras.

Cocadaboa: Como você reagiu à proposta de José Mayer para que você permitisse uma leve penetração nas cenas de sexo, para dar mais realismo à interpretação? Está sendo difícil trabalhar com o ator? Seu namorado está apreciando seu trabalho?

Mel Lisboa: Minha relação com o José Mayer é puramente profissional. No início ele quis dar uma de assanhado e veio com esse papo de "dar mais realismo" para a cena. Foi uma vergonha, ele tomou Viagra e não conseguia "desarmar a barraca". Fui muito rígida e cortei logo o barato, acho muito estranho misturar trabalho com prazer. Quando estou no estúdio quero me divertir, a hora do trabalho fica para meu tempo de Termas Maracanã.

O Calúnia e Difamação é escrito por:
Odisseu Kapyn nas perguntas e MrManson nas respostas.

as 09/01/03, 23:20

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