Vamos falar sobre Fórmula 1.
Fórmula 1 é muito chato. Há anos e anos e anos que é uma coisa horrorosa de se assistir. Sou da época de Fangio, de Fittipaldi, Nick Lauda, Piquet e... Senna. E desde essa época já era deplorável.
Lembro-me de dizerem por aí que Senna era herói nacional. Não! Não era não! Jamais, em tempo algum, um herói nacional usaria um macacão com 40 marcas de cigarro estampadas por metro quadrado. Herói é Prestes, é Garrincha, é Lula é o Chapolim Colorado. Sim fiéis leitores, não sois capazes de perceber que o verdadeiro heroísmo está em ficar trinta anos consecutivos no ar apresentando sempre os mesmos episódios em vários países diferentes sem por um instante perder a graça! Não é bobagem isto que vos escrevo. É de extrema importância termos em nossas mentes que o Mussum é mais herói que o Nelson Piquet.
Herói também é Fred, garoto gaúcho macho (ele camufla!) que se entregou de peito aberto ao amor de Rachel e no fim acabou encontrando a morte, como nos clássicos da dramaturgia anglo-saxã.
Herói, desculpe, heroína é a senhora minha vó, uma galega forte que nem rocha, que ainda comanda a família como ninguém.
Herói é Sr. Manson que consegue enriquecer as custas de um sítio na internet chamado COCADABOA.
Também tenho me achado meio herói ultimamente. Outro dia, com um sopro, venci a dor de um coração partido. Venci, com um tapa, os demônios da solidão eterna. E, com um simples gole de cerveja, venci todos os poetas do Sergio Porto.
Herói sim, porém um tipo de herói oculto. Daqueles que ficam no fundo, escondidos atrás dos outros, sem aparecer muito, sem serem notados... Algo como, por exemplo, um baterista de uma banda de rock’n’roll. É isso! Sinto-me como o batera de uma banda. O batera de uma banda chamada “Vida Bosta” (ou “Golaço”). Às vezes também me sinto como um caminhoneiro...
Discos:
KC and the Sunshine Band – Part 3
1977
Disco music classe A. Achei que o disco e a banda fossem ruins, mas estava completamente enganado. Excelentes músicas, dançantes e com balanço irresistível. É disco pra ninguém ficar parado. Têm as clássicas “Keep It Comin Love” e “(Shake, Shake, Shake) Shake Your Booty” que tocam em qualquer festinha disco retrô.
Pixinguinha - Vida e Obra
1979
Coletânea de músicas de um dos gênios da musica mundial. Selecionadas por Sergio Cabral, as canções são interpretadas por gente da pesada como Jacob do Bandolim, Orlando Silva, João da Baiana, Clementina de Jesus e o próprio Pixinga.
Aula de música. Foi daí que tudo nasceu. Antes de Adão e Eva, veio ao mundo Pixinguinha.
Perrey & Kingsley – (Spotlight on the Moog) Kaleidoscopic Vibrations by Perrey & Kingsley
1967
Jean Jacques Perrey (um francês) e Gershon Kingsley (um americano) se conheceram nos anos sessenta e decidiram popularizar a música eletrônica. Foi nisso que deu. Um disco do cacete e muito engraçado de ser escutado. Tem até as brazucas “Samba de uma Nota Só” de Jobim e “Mas que Nada” de Jorge Ben em versões “sintetizadorizadas”.
O Cocadaboa
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