
Número 15 Vou começar essa coluna hoje "bem metida à besta" porque agora somos PONTOCOM e estamos internacionais. Chique, né?! Ai, essa vida de ponto com é tão atribulada... Agora é sério, depois de um longo inverno de atualizações, voltamos e agora o bicho vai pegar! Nada de paradas, nada de mudanças de servidor, nada de ameaças de processos. Ninguém mais segura o bom Cocadaboa. Gostaria de agradecer, em nome da equipe toda, aos inúmeros mails que recebemos falando bem, falando mal, falando a respeito; nos convidando para eventos, surubas, batizados de cachorros, etc... Os agradecimentos vão também para a imprensa, formal ou clandestina, que nos têm brindado com ótimas notas, entrevistas e ou cusparadas. Abraço especial para o CAT, que nos redimiu da impressão errada que outro veículo havia formado e ao PICOLINOS, por enxergar a nobreza (que eu não consigo ver) no nosso companheiro PIRU. Aliás, por favor, Picolinos, me expliquem de onde vocês tiraram a fabulosa pergunta: "se você não fosse famoso o que você seria?". Eu nunca tinha lido algo assim antes, e olha que eu leio um monte de porcarias... Estou tão bem humorada que serei generosa com todos os tupiniquins desse site. Vamos lá: Calei com o Mr. Manson dessa vez. O Big God Brasil foi uma das melhores viagens do Manson na minha experimentada opinião. É bem isso mesmo, Manson, parabéns. O Manson fez também a "Volta ao Mundo no Tabuleiro de War" que tem um argumento fabuloso e promete dar o que falar em seu próximo capítulo (vocês notaram como eu me esforcei para falar bem desse texto? Notaram que eu falei muito, mas não disse nada? Ótimo). Tivemos o Adaílton Persegonha pleiteando um espaço na diretoria de programação da Rede Globo. O cara saca tudo de televisão, seria uma ótima aquisição para a desesperada emissora. Leiam "A Decadência da Grobo" e tirem suas conclusões. (Beleza, consegui elogiar mais um texto sem me comprometer muito). No início eu achei o "Chat Pegadinha" meio chato, mas depois eu morri de rir. Foi, de verdade, muito bom. Claro que achei o Odisseu bem demais no papel de João, muito antenado com seu lado Fêmea. Mas isso é um mero detalhe. Todavia não façam isso de enganar as pessoas em chats, é pecado e Deus castiga. Sabem, já disse aqui que criticar um crítico é uma merda. Portanto, é muito difícil falar do MEM. E, de qualquer sorte, é até injusto colocá-lo em qualquer ombudsman em que eu esteja mal humorada, porque o menino é sempre super legal, escreve matérias interessantes e engraçadas, é pontualíssimo com os textos e sabe muito sobre aquilo que escreve. Hoje, como estou puxando o saco (não literalmente) dos caras, cabe uma baita afago no MEM e em sua ótima matéria sobre o Carnaval. E por fim, temos "Erick, o Viking" (parafraseando ele mesmo, entendam como quiserem) com o seu "Maldição de Infância". (Claro que ele levará uma boa vantagem na minha crítica por eu ter prometido não azucrinar a paciência da rapaziada hoje; mas tudo bem.) O texto trata do surgimento dos pérfidos Sandy e Júnior, baseado (entendam com quiserem) nas memórias recentes de Erick (que deve ter uma ótima memória). Um acréscimo para o Erick, vindo das minhas memórias: para evitar a associação hippie/maconha mataram os pais da heroína Cristal, logo no início da novela. Isso porque o Marcos Winter é a própria mutuca ambulante; e a Maitê Proença forjando um sotaque, falando mole e iluminada, como ela aparecia na novela, não devia nada à própria Fada da Bagana (aquela que faz aparecer o "cigarrinho do mal" nas suas coisas quando a polícia te revista e você fala: "Meu Deus, quem colocou isso aqui?!"). Crianças, recentemente roubaram o meu telefone celular. Caso alguém encontre, perdido pelo mundo, um telefone prateado, pequeno e bonitinho com o nome Mulher Maravilha escrito no visor, por favor, me avisem. E você, Telefoninho querido, caso esteja lendo esta coluna, dê um jeito do voltar para casa, mamãe te ama e está morrendo de saudade. Essa é para quem está assistindo ao BBB ou à Casa dos Artistas 24 horas por dia. Reparem só, a coisa mais decadente do mundo é quando um dos coitados (de um ou outro programa, indefere) é focalizado parado (normalmente nas varandas). O cara fica no maior vazio na TV (sentado, deitado, fumando..) e você em silêncio, sem mover um músculo sequer, esperando ele fazer alguma coisa. O tempo vai passando, o presente (que é um átimo de segundo antes do futuro) vai virando passado... sua vida se esvaindo... a vida do cara na TV também, mas ele resolveu deliberadamente parar, você não, você está sob um encantamento, parado, na frente da TV... Se mata, meu chapa! Bom, é isso, filhotes. Espero que sejamos felizes nesse novo endereço e que vocês continuem nos agüentando. Beijocas
Mulher Maravilha mulhermaravilha@cocadaboa.com (ver relato da edição anterior) |