Ombudsman Girl
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14/01/03

Ombudsman 15

Utilize a ferramenta de busca para localizar os textos mencionados, os links podem estar desatualizados.


Número 15

Vou começar essa coluna hoje "bem metida à besta" porque agora somos PONTOCOM e estamos internacionais. Chique, né?!
Ai, essa vida de ponto com é tão atribulada...

Agora é sério, depois de um longo inverno de atualizações, voltamos e agora o bicho vai pegar! Nada de paradas, nada de mudanças de servidor, nada de ameaças de processos. Ninguém mais segura o bom Cocadaboa.

Gostaria de agradecer, em nome da equipe toda, aos inúmeros mails que recebemos falando bem, falando mal, falando a respeito; nos convidando para eventos, surubas, batizados de cachorros, etc...

Os agradecimentos vão também para a imprensa, formal ou clandestina, que nos têm brindado com ótimas notas, entrevistas e ou cusparadas.
Abraço especial para o CAT, que nos redimiu da impressão errada que outro veículo havia formado e ao PICOLINOS, por enxergar a nobreza (que eu não consigo ver) no nosso companheiro PIRU.
Aliás, por favor, Picolinos, me expliquem de o­nde vocês tiraram a fabulosa pergunta: "se você não fosse famoso o que você seria?". Eu nunca tinha lido algo assim antes, e olha que eu leio um monte de porcarias...

Estou tão bem humorada que serei generosa com todos os tupiniquins desse site. Vamos lá:

Calei com o Mr. Manson dessa vez.
O Big God Brasil foi uma das melhores viagens do Manson na minha experimentada opinião.
É bem isso mesmo, Manson, parabéns.

O Manson fez também a "Volta ao Mundo no Tabuleiro de War" que tem um argumento fabuloso e promete dar o que falar em seu próximo capítulo (vocês notaram como eu me esforcei para falar bem desse texto? Notaram que eu falei muito, mas não disse nada? Ótimo).

Tivemos o Adaílton Persegonha pleiteando um espaço na diretoria de programação da Rede Globo. O cara saca tudo de televisão, seria uma ótima aquisição para a desesperada emissora. Leiam "A Decadência da Grobo" e tirem suas conclusões. (Beleza, consegui elogiar mais um texto sem me comprometer muito).

No início eu achei o "Chat Pegadinha" meio chato, mas depois eu morri de rir. Foi, de verdade, muito bom.
Claro que achei o Odisseu bem demais no papel de João, muito antenado com seu lado Fêmea. Mas isso é um mero detalhe.
Todavia não façam isso de enganar as pessoas em chats, é pecado e Deus castiga.

Sabem, já disse aqui que criticar um crítico é uma merda. Portanto, é muito difícil falar do MEM.
E, de qualquer sorte, é até injusto colocá-lo em qualquer ombudsman em que eu esteja mal humorada, porque o menino é sempre super legal, escreve matérias interessantes e engraçadas, é pontualíssimo com os textos e sabe muito sobre aquilo que escreve.
Hoje, como estou puxando o saco (não literalmente) dos caras, cabe uma baita afago no MEM e em sua ótima matéria sobre o Carnaval.

E por fim, temos "Erick, o Viking" (parafraseando ele mesmo, entendam como quiserem) com o seu "Maldição de Infância".
(Claro que ele levará uma boa vantagem na minha crítica por eu ter prometido não azucrinar a paciência da rapaziada hoje; mas tudo bem.)
O texto trata do surgimento dos pérfidos Sandy e Júnior, baseado (entendam com quiserem) nas memórias recentes de Erick (que deve ter uma ótima memória).

Um acréscimo para o Erick, vindo das minhas memórias: para evitar a associação hippie/maconha mataram os pais da heroína Cristal, logo no início da novela. Isso porque o Marcos Winter é a própria mutuca ambulante; e a Maitê Proença forjando um sotaque, falando mole e iluminada, como ela aparecia na novela, não devia nada à própria Fada da Bagana (aquela que faz aparecer o "cigarrinho do mal" nas suas coisas quando a polícia te revista e você fala: "Meu Deus, quem colocou isso aqui?!").

Crianças, recentemente roubaram o meu telefone celular. Caso alguém encontre, perdido pelo mundo, um telefone prateado, pequeno e bonitinho com o nome Mulher Maravilha escrito no visor, por favor, me avisem.
E você, Telefoninho querido, caso esteja lendo esta coluna, dê um jeito do voltar para casa, mamãe te ama e está morrendo de saudade.

Essa é para quem está assistindo ao BBB ou à Casa dos Artistas 24 horas por dia.
Reparem só, a coisa mais decadente do mundo é quando um dos coitados (de um ou outro programa, indefere) é focalizado parado (normalmente nas varandas).
O cara fica no maior vazio na TV (sentado, deitado, fumando..) e você em silêncio, sem mover um músculo sequer, esperando ele fazer alguma coisa.
O tempo vai passando, o presente (que é um átimo de segundo antes do futuro) vai virando passado... sua vida se esvaindo... a vida do cara na TV também, mas ele resolveu deliberadamente parar, você não, você está sob um encantamento, parado, na frente da TV...
Se mata, meu chapa!

Bom, é isso, filhotes.
Espero que sejamos felizes nesse novo endereço e que vocês continuem nos agüentando.

Beijocas

Mulher Maravilha
mulhermaravilha@cocadaboa.com

(ver relato da edição anterior)

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